— Vou contar uma linda história que se passou em Veneza.
À algum tempo, não muito, dois jovens que frequentavam a mesma escola, viveram o mais belo romance que já conheci. Porque? Preste atenção nessa escrita e imagine os dois. Amélia saia todo dia da escola e ia se encontrar com Romeu. Não o Romeu de Julieta, Eu estou falando do Romeu de Amélia. Se encontravam em um banco que logo à frente se encontrava um dos rios de Veneza. Ficavam horas conversando sobre o futuro, quantos filhos queriam ter, ou qual seria o nome deles. Romeu também gostava de passear de gôndola. Que passeio fascinante, dizia Amélia. Como ela o amava, prometia amor eterno. Se formaram, Romeu queria se casar com Amélia, ele sabia que seria complicado, pois os pais dela não iria aceitar, os pais dela queriam que ela se aprofundasse na medicina. Romeu tentou, e o pai de Amélia mandou ele ir embora para sempre, ainda foi generoso e deixou ele se despedir dela. O último beijo, e ele se foi. Amélia não foi estudar medicina como o pai queria, depois da ida de romeu ela entrou para a faculdade, e começou a estudar psicologia. Dois anos depois quando estava voltando da faculdade, no caminho para casa, passou pelo banco onde conversava com Romeu. Deprimida seguiu o seu caminho, quando na porta de casa estava ele. Seu amado a sua espera. Ele dizia que queria casar com ela, e na porta de casa ele tirou uma aliança e fez o pedido tradicional “Casa-se comigo?”. Tudo estava certo, Amélia já estava trabalhando e teve a permissão de seu pai.
Hoje, estou casado com Amélia, e temos dois filhos. Escrevi nossa história, como se fosse outra pessoa narrando. Porque? Porque eu queria provar que existe sim a eternidade. Não sei o que vai acontecer daqui para frente, algo pode nos separar, e espero que seja a morte, pois não irá faltar amor.
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