Como já era de praxe, me sentia uma completa idiota por te amar daquela forma, e agora vejo que quem perdeu foi você. Sempre tentei ser tudo o que queria, apesar de não realizar meus desejos também. Sempre foi tudo relacionado a você. Tudo era influenciado por você. Mudava. Não que eu não fosse toda errada, toda complicada, mas isso já é apelar. Eu fazia, ou pelo menos tentava, sem esperar nada em troca. Pena que uma hora cansa, não? Sorte sua que foi você quem se cansou antes e me deixou sem se auto-ferir. Doeu, óbvio, mas sou muito mais forte do que aquela menininha sensível e meiga que você conhecia, aquela dependente do seu falso amor, que crescia dentro dela cada vez mais. A revoltadinha deu lugar a menina tola e inocente que se tornou fútil. Aquela imbecil. Mudou por um cafajeste, sem mais nem menos, sem pensar no que realmente era. Não, não sou imbecil. Imbecil é você que achava que eu iria chorar num cantinho, e depois tentar voltar de mansinho na sua vida pedindo perdão pelo o que não fiz. Que irônico. Agora aguenta o All Star encardido nos pés, a camiseta larga que esconde a cintura que antes desejava e apalpava toda vez que sentia desejo. O short jeans rasgado e o rádio tocando alto uma das minhas músicas preferidas do Nirvana, como não tocava muito tempo. Aguenta o sorriso irônico e o jeito frio. Eu sou assim. E falo palavrão mesmo, foda-se.
sexta-feira, 16 de março de 2012
Como já era de praxe, me sentia uma completa idiota por te amar daquela forma, e agora vejo que quem perdeu foi você. Sempre tentei ser tudo o que queria, apesar de não realizar meus desejos também. Sempre foi tudo relacionado a você. Tudo era influenciado por você. Mudava. Não que eu não fosse toda errada, toda complicada, mas isso já é apelar. Eu fazia, ou pelo menos tentava, sem esperar nada em troca. Pena que uma hora cansa, não? Sorte sua que foi você quem se cansou antes e me deixou sem se auto-ferir. Doeu, óbvio, mas sou muito mais forte do que aquela menininha sensível e meiga que você conhecia, aquela dependente do seu falso amor, que crescia dentro dela cada vez mais. A revoltadinha deu lugar a menina tola e inocente que se tornou fútil. Aquela imbecil. Mudou por um cafajeste, sem mais nem menos, sem pensar no que realmente era. Não, não sou imbecil. Imbecil é você que achava que eu iria chorar num cantinho, e depois tentar voltar de mansinho na sua vida pedindo perdão pelo o que não fiz. Que irônico. Agora aguenta o All Star encardido nos pés, a camiseta larga que esconde a cintura que antes desejava e apalpava toda vez que sentia desejo. O short jeans rasgado e o rádio tocando alto uma das minhas músicas preferidas do Nirvana, como não tocava muito tempo. Aguenta o sorriso irônico e o jeito frio. Eu sou assim. E falo palavrão mesmo, foda-se.
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