Ela tinha uma mania frustrante de se achar insuficiente. Ela não conseguia apreciar sua inteligência. Não consiga se satisfizer com sua aparência, corpo e beleza interior. Se auto jugava por não cultivar um bom caráter. Não sabia valorizar quem a respeitava e gostava dela. Não tinha um bom-humor na medida do possível. Não conseguia ser humilde sem ter auto-estima baixa. Não conseguia ficar mal e não descontar seus problemas nos outros. A sua sinceridade a fazia parecer uma grossa e cretina, só por irritar as pessoas constantemente. Não tinha boas amizades e se sentia atraída frequentemente por cafajestes. Não era acessível, difícil era iniciar uma boa conversa com ela. Não tinha um senso de moda, era desajeitada. O cabelo era bagunçado e ela vivia de pijama. Não era uma apaixonada, achava-se que não nasceu para amar, que não sabia amar. Sentia-se como um “cego no tiroteio” quando se tratava de sentimentos, sentia-se totalmente perdida, confusa. Ela era o tipo de garota que ninguém gostaria ter por perto. Suas emoções poderiam ser ditas como uma “montanha russa”, intensa, impulsiva. Ela era tão… Diferente. Não gostava do comum; preferia ser a “esquisita” do que ser aquela que é igual a todo resto
domingo, 4 de março de 2012
Ela tinha uma mania frustrante de se achar insuficiente. Ela não conseguia apreciar sua inteligência. Não consiga se satisfizer com sua aparência, corpo e beleza interior. Se auto jugava por não cultivar um bom caráter. Não sabia valorizar quem a respeitava e gostava dela. Não tinha um bom-humor na medida do possível. Não conseguia ser humilde sem ter auto-estima baixa. Não conseguia ficar mal e não descontar seus problemas nos outros. A sua sinceridade a fazia parecer uma grossa e cretina, só por irritar as pessoas constantemente. Não tinha boas amizades e se sentia atraída frequentemente por cafajestes. Não era acessível, difícil era iniciar uma boa conversa com ela. Não tinha um senso de moda, era desajeitada. O cabelo era bagunçado e ela vivia de pijama. Não era uma apaixonada, achava-se que não nasceu para amar, que não sabia amar. Sentia-se como um “cego no tiroteio” quando se tratava de sentimentos, sentia-se totalmente perdida, confusa. Ela era o tipo de garota que ninguém gostaria ter por perto. Suas emoções poderiam ser ditas como uma “montanha russa”, intensa, impulsiva. Ela era tão… Diferente. Não gostava do comum; preferia ser a “esquisita” do que ser aquela que é igual a todo resto
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