“Ela costumava escrever pois ninguém lhe ouvia. Escrevia para desabafar, para por pra fora tudo oque lhe fazia mal, para se sentir bem. Escritas que muitas vezes só ela encontrava um nexo, e as vezes nem ela mesma conseguia entender. Escritas sem sentido, frases fora de ordem, tudo tão bagunçado quanto a sua mente. Textos um tanto confusos, por serem o’que ela sente(…) Mas muitas vezes escrevia textos sobre amor, sem ao menos entender sobre o assunto, sem entender sobre tal sentimento(…) E ao passar do tempo, ela foi se sentindo obrigada a escrever. Não para se sentir bem, mas sim como se fosse uma rotina, uma obrigação. Escrever, escrever, escrever. Era só isso que ela pensava. Digamos que aos poucos estava se tornando uma maquina, programada para a escrita. Se sentindo mal toda vez que lhe faltava palavras, que a criatividade decidia sumir. Se sentindo impotente quando não tinha uma nova escrita. Escrevendo oque não sente e sofrendo antecipadamente.”
domingo, 19 de fevereiro de 2012
“Ela costumava escrever pois ninguém lhe ouvia. Escrevia para desabafar, para por pra fora tudo oque lhe fazia mal, para se sentir bem. Escritas que muitas vezes só ela encontrava um nexo, e as vezes nem ela mesma conseguia entender. Escritas sem sentido, frases fora de ordem, tudo tão bagunçado quanto a sua mente. Textos um tanto confusos, por serem o’que ela sente(…) Mas muitas vezes escrevia textos sobre amor, sem ao menos entender sobre o assunto, sem entender sobre tal sentimento(…) E ao passar do tempo, ela foi se sentindo obrigada a escrever. Não para se sentir bem, mas sim como se fosse uma rotina, uma obrigação. Escrever, escrever, escrever. Era só isso que ela pensava. Digamos que aos poucos estava se tornando uma maquina, programada para a escrita. Se sentindo mal toda vez que lhe faltava palavras, que a criatividade decidia sumir. Se sentindo impotente quando não tinha uma nova escrita. Escrevendo oque não sente e sofrendo antecipadamente.”
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